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O Dia de São Vicente de Paula (ou São Vicente de Paulo) é comemorado no dia 27 setembro pela Igreja Católica em homenagem àquele que foi sacerdote na França e proclamado santo pelo Papa Clemente XII em 1737. Sua morte ocorreu em 27 de setembro de 1660, em Paris.

A vida de São Vicente de Paula

Vicente de Paula nasceu na aldeia de Pouy, no sul da França, de uma família extremamente católica. Era o terceiro filho de João de Paula e Bertranda de Moras, camponeses que educaram seus seis filhos dentro das regras estritamente cristãs.

Desde criança Vicente mostrou-se muito inteligente e devoto, tendo feito seus primeiros estudos em Dax, onde se tornou professor, o que lhe permitiu concluir o curso de teologia na Universidade de Toulose. Foi ordenado sacerdote com apenas 19 anos, em 1600.

Pouco tempo depois de sua ordenação, recebeu uma herança de uma viúva que gostava de ouvir suas pregações. Da herança constava uma importância em dinheiro, que ele deveria pegar com um comerciante em Marselha.

No retorno da viagem, o navio em que viajava foi atacado por piratas turcos e Vicente foi feito prisioneiro, conduzido a Túnis, vendido como escravo para um pescador. Depois foi vendido para um químico e, com sua morte, herdado pelo sobrinho, que o vendeu para um fazendeiro, renegado católico que, com medo da escravidão, havia se convertido para o islamismo.

O fazendeiro tinha 3 esposas, entre elas uma turca que ouviu os cânticos de Vicente. Sensibilizada, quis saber o significado e, ciente da história, recriminou o marido por ter abandonado sua religião. Arrependido, o fazendeiro propôs a Vicente uma fuga, que se concretizou em 1607.

No retorno à França, Vicente foi para Avignon, onde encontrou o vice-legado do Papa, retornando a condição de sacerdote. Juntamente com o vice-legado, foi para Roma, onde frequentou a Universidade, formando-se em Direito Canônico.

Vicente foi escolhido pelo Papa para levar um documento sigiloso ao rei Henrique IV da França e, devido a sua presteza, Henrique IV o nomeou capelão da Rainha Margarida de Valois.

Durante seu trabalho como capelão, começou a se dedicar aos enfermos no hospital de caridade e, anos depois, tornou-se vigário de Chichy, no subúrbio de Paris.

Continuando sua visita aos doentes, fundou a Confraria do Rosário, mas teve de se empenhar em outra missão, lutando para dar mais dignidade aos remadores da marinha francesa, onde eram colocados prisioneiros de delitos comuns, vivendo em condições sub-humanas.

Sua piedade durante a vida sacerdotal trouxe-lhe o cargo de Capelão Geral e Real da França, mas sempre estava atento ao abandono espiritual dos camponeses. Para atendê-los, fundou a Congregação da Missão, os Padres Lazaristas, que estavam incumbidos de evangelizar o povo do interior.

Em seu leito de morte, em 1643, o rei Luís XIII pediu para ser assistido por Vicente, morrendo em seus braços. Depois, foi nomeado pela rainha regente Ana d’Áustria para o Conselho de Consciência, atendendo assuntos eclesiásticos da regência.

Num apelo feito durante um serão em Châtilon, Vicente conseguiu dar início ao movimento das Senhoras Damas da Caridade, a Confraria da Caridade, atual Filhas da Caridade. Além disso também foi o autor da organização de retiros espirituais para leigos e sacerdotes, por meio das conhecidas conferências das terças-feiras, reunindo a Confraria de Caridade para homens.

A vida de Vicente de Paulo foi permeada pela criação de obras voltadas para o amor e a caridade, numa história de doação aos mais pobres e de amor a Deus.

A maior virtude de São Vicente de Paulo, para os católicos, é a caridade, embora sua humildade tenha suplantado esta virtude. Tornou-se conhecido como pai dos pobres e um reformador do clero.

A Associação dos Filhos de Maria, hoje Juventude Mariana Vicentina, criada por Santa Catarina Lobouré após uma visão da Virgem Maria, e as Conferências Vicentinas, fundada por Antonio Frederico Ozanam e seus companheiros, foram inspiradas na obra de São Vicente de Paulo.

Hoje, o seu nome é ligado a abrigos de idosos e hospitais, sendo ainda considerado um dos padres mais santos da Igreja, tendo sido declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica pelo Papal Leão XIII. Seu corpo está sepultado na capela-mãe da Igreja de São Lázaro, em Paris.




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