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Dia de São Luiz Orione próximos anos




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O Dia de São Luiz Orione é comemorado no dia 12 de março.

Luiz Orione é um dos mais recentes santos da Igreja Católica, proclamado como tal pelo papa João Paulo II, em 2004. O santo nasceu Luigi Orione, na Itália, em 23 de junho de 1872, na pequena cidade de Pontecurone, e morreu em Sanremo, no dia 12 de março de 1940, data que lhe foi consagrada para comemoração.

Sua elevação ao patamar dos homens considerados santos pela Igreja vem demonstrar que, da mesma forma que outros que se dedicam à caridade e ao serviço ao próximo, a santidade não é algo que pertence ao passado da Igreja e sim algo sempre presente, como nos mostram outros exemplos (Madre Tereza de Calcutá ou Irmã Dulce da Bahia).

A vida de Luiz Orione

Luiz Orione desde cedo sentiu a vocação para o sacerdócio. Sua vida, a partir do ingresso no Oratório Salesiano, foi determinada pelas palavras de São Francisco de Sales, que depois foram também o lema de São João Bosco: “um terno amor ao próximo é um dos maiores e excelentes dons que a Divina Providência pode conceder aos homens”.

Depois de concluído o curso ginasial, no Oratório Salesiano, retornou para sua casa e ingressou no Seminário de Tortona, onde fez os cursos de filosofia e teologia, sendo ordenado sacerdote em 1895, tendo como lema de sua vida como padre “Renovar tudo em Cristo”.

A partir de sua ordenação, sempre muito sensível ao sofrimento alheio, resolveu deixar-se guiar pelo que denominava Divina Providência, buscando meios de aliviar as misérias humanas que encontrava.

Sua vida passou a ser dedicada totalmente aos pobres, doentes, marginalizados da sociedade e necessitados de uma forma geral. Para continuar seu trabalho, fundou a Congregação da Pequena Obra da Divina Providência. A ordem, fundada em 1899 e reconhecida pela Santa Sé em 1903, tinha nos Pequenos Cotolengos os religiosos empenhados em fazer caridade, pregar o Evangelho e promover e apoiar os deficientes físicos e mentais.

Ainda em 1899, Luiz Orione começou um novo ramo da nova congregação, os Eremitas da Divina Providência, unindo-se à congregação que havia fundado.

O objetivo de seu trabalho e dos religiosos que o acompanharam era o de trabalhar para encaminhar os pobres e o povo à Igreja e ao Papa, através das obras de caridade.

Denominado como Dom Orione pelos seus seguidores e fiéis, Luiz Orione foi um dos mais prestativos atendente às vítimas dos terremotos que atingiram Reggio e Messina, respectivamente em 1908 e 1915.

Pelo seu trabalho em favor dos pobres, o papa Pio X o nomeou Vigário Geral da Diocese de Messina por três anos. Em 1915, vinte anos depois da fundação dos Filhos da Divina Providência, Luiz Orione fundou novo ramo na sua congregação, as Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade, religiosas que tinham o mesmo objetivo da congregação, reunindo apenas mulheres.

Luiz Orione manteve seu zelo missionário, enviando religiosos de sua congregação para o Brasil, em 1913, e, em seguida, para a Argentina e Uruguai, além de outros países pelo mundo. Na América Latina, Dom Orione esteve pessoalmente por duas vezes como missionário, em 1921 e entre os anos de 1934 e 1937, tendo visitado o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Chile.

Era um pregador bastante popular, sendo considerado excelente confessor, além de organizador de peregrinações, missões populares e presépios vivos.

Durante toda sua vida sempre foi devoto de Nossa Senhora, propagando a devoção mariana e erguendo santuários, como o de Nossa Senhora da Guarda, em Tortona, e Nossa Senhora de Caravaggio. Na construção dos santuários sempre estavam presentes, ao lado dos pedreiros e outros operários civis, o seus religiosos, fazendo trabalho braçal.

Atacado por grave doença do coração e das vias respiratórias, em 1940 ele foi encaminhado para Sanremo, onde morreu, em 12 de março, três dias depois. Seu corpo, após 25 anos, em 1965, foi encontrado incorrupto, sendo consignado em uma urna com o objetivo da veneração pública, ao lado do Santuário da Guarda que levantou.

O papa Pio XII o chamava “pai dos pobres, benfeitor da humanidade sofredora e abandonada” e João Paulo II, depois de o declarar beato, em 1980, o canonizou em 16 de maio de 2004.





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