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Dia de São Geraldo Majella próximos anos




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Outubro de 2022 ( Domingo ) - Dia de São Geraldo Majella

O Dia de São Geraldo Majella é comemorado no dia 16 de outubro.

Geraldo Majella foi filho de um alfaiate, perdendo o pai quando tinha apenas 12 anos. Sua família, italiana de Muro Lucano, na Itália, ficou em estado de extrema pobreza. Era o século XVIII (Geraldo nasceu em 1726 e morreu em 1755) e o adolescente tentou entrar para a Ordem dos Capuchinhos, tendo sido recusado em razão de seu estado de saúde.

Conseguiu entrar para a Congregação dos Redentoristas, onde foi aceito para servir como sacristão, jardineiro, porteiro, enfermeiro e alfaiate.

Em sua vida de religioso chegou a ser acusado de ser o pai de um filho bastardo, mas foi inocentado, e esse fato o levou a ser um dos patronos das mulheres grávidas. Também tinha fama de bilocação, ou seja, a capacidade de estar presente em dois locais ao mesmo tempo, além de ser também vidente.

Geraldo Majella morreu vítima de tuberculose com apenas 29 anos de idade. Sua beatificação ocorreu em 1893 pelo papa Leão XIII e sua canonização em 1904, por Pio X. O dia do santo é comemorado em 16 de outubro, sendo o padroeiro dos alfaiates, das gestantes, das mães e das crianças, entre outros.

Geraldo Majella, um caso único

Geraldo Majella apresenta-se como caso singular na história dos santos católicos, tendo deixado a impressão de ter vivido desde a infância envolvido com o mistério de Deus. Sua mãe dizia que, muitas vezes, recusava o seio para fazer penitência e, com apenas 4 anos, já gostava de montar altares, imitando o padre na celebração da missa.

As brincadeiras infantis eram sempre relacionadas com o que aprendia na Igreja, o que evidencia que tenha sido um grande místico.

A vida de Geraldo Majella sempre foi marcada por fatos estranhos, com visões, curas, revelações e locuções, numa clara impressão de que as leis naturais não valiam para ele, inclusive a lei da gravidade, já que foi visto levitando muitas vezes. Esses fatos extraordinários, embora tenham sido aumentados pelos fiéis, foram constatados muitas vezes pelos seus confrades na Congregação dos Redentoristas.

Sua orientação geral de vida sempre foi fruto de situações pessoais e familiares, levando para o lado existencial. Nasceu pobre e escolheu a pobreza para sua vida, da mesma forma que Francisco de Assis, e, da mesma maneira, sempre procurou intervir nos momentos decisivos fazendo escolhas iluminadas.

Ao procurar os Redentoristas, foi considerado como inútil e, no entanto, não desistiu, insistindo até ser aceito pela ordem, desejoso de se tornar religioso e aguentar todas as consequências e exigências da vida religiosa.

Manteve sua perseverança diante de todas as situações enfrentadas, fazendo os serviços mais humildes e nunca se esquecendo das orações, da penitência e do atendimento aos pobres e humildes.

Para Majella, a prática da virtude sempre esteve em primeiro lugar, mantendo como ideal viver a própria vocação, numa vida cheia de experiências.

Um dos testemunhos interessantes sobre Geraldo Majella foi dado por uma freira, Irmã Maria Raquel, que afirmava que, mesmo não tendo estudado e ter sido um simples leigo, Majella falava com tal profundidade sobre os mistérios da religião como se fosse um grande teólogo e como se tivesse estudado durante muitos anos.

Em muitas ocasiões, Geraldo Majella foi consultado por homens doutos e a eles conseguia dar respostas satisfatórias que o faziam reconhecido como um homem que tinha dons divinos.

Geraldo Majella deixou muitas cartas e um regulamento onde mantinha uma coleção de propósitos e de memórias, reafirmando sua crença em torno da vontade de Deus. No Regulamento que ele mesmo escreveu, está bastante claro, quando diz que se entrega à vontade divina, aceitando tudo e agradecendo o que Deus pudesse lhe conceder.

Para Geraldo Majella, a vontade de Deus não está no final do caminho espiritual, e sim no seu início, começando pela união com a vontade divina e a intensificando a cada dia. A comunhão com Deus, portanto, não teria o significado frio que lhe é dado pela Teologia e sim na constância da vida, na profundidade do amor sincero a Deus e aos humildes.





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