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O Dia de Santo André Corsini é comemorado no dia 4 de fevereiro.

André Corsini nasceu em Florença, em 30 de novembro de 1301, e morreu em Fiesole, em 6 de janeiro de 1374, com 72 anos, tendo vivido como religioso carmelita na Itália.

Durante sua vida, exerceu a função de provincial na Toscana, foi nomeado bispo pelo Papa Alexandre VI e sempre se distinguiu pelo zelo apostólico, pela prudência e pelo cuidado com os pobres. Um de seus descendentes familiares tornou-se papa, cerca de 400 anos depois (Papa Clemente XII, que governou a Igreja de 1730 a 1740).

A vida de Santo André Corsini

André Corsini foi filho de Nicolau e Pelerina Corsini, um casal da nobreza de Florença, a quem não faltavam recursos financeiros e de quem a Igreja recebia generosas doações. O casal, por muitos anos, não teve filhos, atribuindo à Virgem Maria o nascimento de André, que foi consagrado a Deus desde antes de seu nascimento.

Pelerina, às vésperas do nascimento de André, sonhou que estava dando à luz um lobo, fato que lhe causou aflição. No próprio sonho, rezou à Virgem Maria para ajudá-la e viu o lobo entrar numa igreja, onde se transformou num cordeiro branco.

Sem contar a ninguém sobre o sonho, teve o filho na festa de Santo André, nome com que batizou o primogênito da família.

André, ao crescer, herdou a nobreza dos pais, sendo uma pessoa bem apessoada e dotada de grande inteligência. No entanto, na adolescência, tornou-se um jovem rebelde, provocando brigas e disputas na família e interessando-se apenas por jogos, armas e caçadas, sem se importar com a Igreja ou com a religião.

Quando completou 15 anos, seus pais lhe expuseram as circunstâncias de seu nascimento, que consideravam milagrosas, mas o rapaz recusou-se a ouvi-los. No entanto, a insistência e o amor materno acabaram por dominar sua rebeldia, fazendo com que se convertesse totalmente à religião e entrando para a ordem dos Carmelitas.

Recebeu o hábito do Carmo em 1318 e, para ser testado, a André foram dados os ofícios mais modestos, como guardar o portão, servir a mesa, varrer o convento, limpar a cozinha, etc. Seus ex-amigos do prazer e mesmo alguns parentes procuravam ridicularizar seu procedimento, mas ele sempre se entregava ao silêncio e à oração.

Todas as semanas, às sextas-feiras, saída mendigando pelas ruas de Florença, com um cesto pendurado ao pescoço, recebendo injúrias principalmente de seus parentes, que eram considerados nobres.

Os habitantes eram incitados a escarnecer de seu procedimento, situação que ele sempre suportava, lembrando-se dos sofrimentos de Cristo.

Em diversas ocasiões foram constatados milagres pela sua intervenção, como o caso de um tio, que sofria de uma doença que corroia a carne da perna.

André recebeu a ordenação sacerdotal em 1328, ocasião em que os pais prepararam tudo para a celebração de sua primeira Missa, que pretendiam que fosse solene, contando com a presença de todos os parentes.

Sabendo dessa pretensão, André retirou-se para um convento distante, onde recolheu-se para viver sua fé e devoção.

Retornou a Florença, onde exerceu o ministério da pregação, depois estudou 3 anos na Universidade de Paris e buscou aprimorar os estudos com seu tio, Cardeal Corsini, em Avignon que, na época, era a sede do papado. Em Avignon foi responsável por mais um milagre, curando um cego.

Retornando a Florença, foi eleito prior do convento, mas permaneceu pouco tempo no cargo. Com a morte do Bispo de Fiesole, uma cidade próxima, o capítulo da Catedral o elegeu como sucessor. Diante da honra do cargo, procurou fugir, ocultando-se num convento dos Cartuxos, mas foi descoberto por um menino e procurado pelos religiosos, aceitando a sagração episcopal em 1360, quando tinha 58 anos.

Austeridade na vida religiosa

Tendo se tornado bispo da Igreja, tornou-se ainda mais austero, usando cilício na cintura para penitenciar-se, dormindo num leito feito de ramos de videira estendidos no chão, recitando todos os dias os salmos penitenciais e a ladainha de todos os santos e mantendo uma rude disciplina.

Seu tempo era dividido entre as funções episcopais, a meditação das Sagradas Escrituras e as orações. Evitava toda e qualquer ocasião de tentação, não permitindo a presença de lisonjeadores ou de pessoas que procuram falar de outras.

Sua vida foi tão exemplar pelos critérios da Igreja, que logo foi considerado como um dos grandes apóstolos da Itália. Segundo João Paulo II, no 7º centenário de nascimento de Santo André Corsini, “a fama de santidade que circundou sua vida, após a morte difundiu-se rapidamente na Itália e na Europa”.

O povo o considerou santo logo depois de sua morte, em razão dos milagres feitos em vida, fazendo com que o Papa Eugênio IV permitisse que seus restos mortais fossem expostos à veneração dos fiéis. André Corsini foi canonizado em 1629 pelo Papa Urbano VIII.




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