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O Dia de Santa Inês de Montepulciano é comemorado no dia 20 de abril.

Santa Inês de Montepulciano viveu no século XIV, na Itália, tendo se tornado conhecida por diversos milagres realizados ainda em vida. Seu dia, no calendário litúrgico da Igreja Católica, é comemorado em 20 de abril, data de sua morte.

A vida de Santa Inês de Montepulciano

Inês, chamada Agnes em italiano, nasceu em 1268 e morreu em 1317. Era filha da nobre família Segni, em Gracciano, uma parte do território de Montepulciano, que fazia parte dos domínios papais.

Com apenas 9 anos de idade, conseguiu convencer seus pais que a deixassem ingressar num mosteiro franciscano para mulheres em sua cidade, mosteiro que era mantido sob os cuidados das Irmãs do Saco, uma referência ao hábito rude que vestiam.

Em razão de sua pouca idade, houve a necessidade de uma autorização papal para que fosse aceita tão nova, uma exceção às regras do Direito Canônico. Com a autorização, pode ingressar no mosteiro, onde passou a viver uma vida simples e contemplativa.

No ano de 1281, o senhor do castelo de Proceno, um feudo da cidade de Orvieto, fez uma solicitação às freiras de Montepulciano para que enviassem irmãs para fundar um novo mosteiro em sua região e Inês foi juntamente com elas. Com 14 anos de idade, recebeu a nomeação de tesoureira na nova comunidade.

Ao completar 20 anos de idade, Inês já era conhecida e reverenciada por sua devoção ao Santíssimo Sacramento e pela sua profunda vida de oração. Foi, então, eleita abadessa da comunidade.

Sua fama de santa foi crescendo através da realização de diversos milagres e de curas de pessoas que sofriam enfermidades físicas e mentais. O mosteiro vivia com filas à porta, procurando-a em busca de cura para seus tormentos.

Entre os milagres a atribuídos a Inês está uma multiplicação de pães, atendendo a uma multidão faminta, relembrando a multiplicação promovida por Jesus nos Evangelhos.

Embora curasse muitos doentes, Inês, muitas vezes, sofria em razão de problemas de saúde, ficando por longos períodos adoentada.

No ano de 1306, a irmã Inês foi chamada de volta ao convento de Montepulciano, onde se aprofundou nas orações e onde, segundo a tradição passou a ter visões. Seu retorno trouxe-lhe uma nova obrigação: o comando da construção de uma igreja, Santa Maria Novella, em homenagem à Virgem Maria, resultado de uma visão que tivera anos antes.

Ainda segundo a tradição, Inês também experimentou uma visão de São Domingos, o que a levou a comandar as freiras de seu convento a abraçar a Regra de Santo Agostinho, como integrantes da Ordem dos Pregadores Dominicanos.

Por seu senso de justiça e austeridade, Inês era também frequentemente convocada para apaziguar rixas entre as famílias da cidade, situação que atendia sempre com desvelo.

Por volta de 1305, sua saúde se deteriorou a tal ponto que o médico lhe sugeriu uma temporada nas fontes termais da vizinha cidade de Chianciano Terme. As irmãs do convento a convenceram a seguir a recomendação.

No entanto, embora houvesse muitos relatos de curas no local, a situação de Inês não apresentou qualquer melhora e a saúde piorou de tal forma que ela precisou ser carregada de volta ao seu mosteiro numa maca.

Inês morreu no dia 20 de abril de 1317, com quarenta e nove anos de idade. Os frades dominicanos tentaram conseguir mirra para embalsamar seu corpo mas, estupefatos, descobriram que o cadáver exalava naturalmente um odor adocicado e que seus membros mantinham-se flexíveis.

Quando, anos depois, seu corpo foi trasladado para a Igreja do mosteiro, descobriu-se que estava completamente incorrupto, mantendo-se como no momento de sua morte. A partir daí, seu túmulo tornou-se o destino de peregrinações dos fieis.

Perto de cinquenta anos depois de sua morte, o beato Raimundo de Cápua, frade dominicano que foi confessor de Santa Catarina de Siena, fez um relato escrito sobre a vida de Inês. No seu registro, o corpo da santa ainda permanecia com a aspecto que ela tinha em vida e a própria Catarina de Siena se referia a ela como mãe e como gloriosa Inês.

Santa Inês de Montepulciano foi canonizada pelo Papa Bento XIII, em 1726.




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