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Dia de Santa Catarina de Gênova próximos anos




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O Dia de Santa Catarina de Gênova é comemorado no dia 22 de maio.

Santa Catarina de Gênova foi uma mulher mística, portadora de dons excepcionais e viveu no século XV. O dia 22 de maio é consagrado à sua memória no calendário litúrgico da Igreja Católica.

A vida de Santa Catarina de Gênova

Catarina nasceu em 1447, filha de Giacopo Fieschi e Francesa Di Negro, em Gênova, na Itália, sendo a caçula de cinco filhos. Desde criança desejava dedicar-se à vida religiosa, mas foi obrigada a se casar quando seu pai morreu.

Aos 12 anos, Catarina teve sua primeira visão mística, onde sentiu os sofrimentos de Cristo durante a paixão. Em razão dessa e de outras visões, com 13 anos decidiu abraçar a vida religiosa no convento das irmãs de Nossa Senhora das Graças, onde já se encontrava sua irmã Libânia.

Conversou com o diretor da Ordem, mas a proibição de se aceitar meninas mais jovens a impediu. Mesmo ressentida com o fato, Catarina não perdeu a sua fé, esperando melhor momento para sua vocação.

Com 16 anos, no entanto, foi obrigada a se casar com Juliano Adomo, num matrimônio oportunista, que atendia interesses políticos. Os primeiros anos de casamento lhe causaram muito sofrimento por causa do caráter difícil do marido que, em razão de seu estilo de vida, perdeu tudo o que tinha, deixando o casal reduzido à miséria.

Mais tarde, Catarina conseguiu convertê-lo, levando-o a se tornar um irmão da Ordem Terceira de São Francisco, concordando em conviver com ela como irmãos, em estrita continência.

As visões sempre a acompanharam e Catarina demonstrava grande reverência e amor pela Eucaristia. Muitas vezes, durante a Missa, caia em êxtase depois da Eucaristia, retornando aos prantos.

Sua penitência sempre era muito rigorosa, a ponto de, conforme afirmava, Jesus ter lhe ordenado que parasse com as mortificações e penitências, pedido ao qual ela prontamente obedeceu.

Da sua experiência pessoal de purificação surgiu o “Tratado do Purgatório”, uma obra determinante para a vida eclesial do seu tempo, trazendo à tona assuntos como o movimento do amor divino e a espiritualidade moderna.

No “Tratado do Purgatório”, Catarina conta o que foi revelado a ela sobre o Purgatório e o Inferno, dando a entender o estado da alma no Purgatório, onde se purificam para o Paraíso, lembrando ela que a alma é como ouro e que deve ser purificada no fogo.

Segundo seus escritos, o sol não pode adentrar numa área coberta, da mesma forma que a chama do amor de Deus não pode penetrar nas almas que bloqueiam e que resistem ao amor purificador, uma vez que Deus respeita a liberdade dos homens.

O “Tratado” também afirma que a alma que não quer ser purificada na vida terrena e não encontra prazer nisso, deve sofrer a purificação mais forte no Purgatório, uma vez que ali vai encontrar complacência e consolação para seus pecados.

Ao mesmo tempo, a alma que deseja ser purificada na terra, acolhe as chamas do amor divino, não precisando passar pelas chamas que queimam os pecados, causando dor e angústia.

Catarina morreu na madrugada do dia 15 de setembro de 1510 e foi canonizada em 1737 pelo Papa Clemente XII. No ano de 1943, o Papa Pio XI a proclamou Padroeira dos Hospitais Italianos. Seu corpo está sepultado no mesmo hospital onde serviu por mais de 40 anos e, quando sua sepultura foi aberta, anos mais tarde, seu corpo estava intacto, como no dia em que foi sepultada. Nem mesmo seus vestidos apresentavam sinais de decomposição.





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