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O Dia de Santa Águeda é comemorado no dia 5 de fevereiro.

Águeda, ou Ágata, foi uma virgem e mártir dos primeiros tempos da Igreja, tendo vivido no século III. Segundo a tradição histórica, era originária de uma família de Catânia ou de Palermo, tendo vivido na época em que a cidade era controlada pelo consular Quinciano.

Durante a perseguição do imperador Décio, do Império Romano, foi martirizada. Sua festa na Igreja é celebrada em 5 de fevereiro.

A vida de Santa Águeda

A história escrita de Águeda é composta por relatos diretos de interrogatórios, tortura e resistência de sua parte, relatos que são considerados os mais antigos da literatura cristã da Igreja, sendo parte integrantes de livros escritos muito tempo depois, como uma paixão ilustrada do final do século X, proveniente de Autun, na Borgonha, um volume único preservado atualmente na Biblioteca Nacional da França.

Os principais relatos sobre o martírio de Águeda são a “Legenda Áurea”, de 1288, escrita por Tiago de Voragine, e “Uma Lenda de Mulheres Santas”, de Osbern Bokenham, escrito na década de 1440.

A veneração de Santa Águeda se espalhou para além de sua terra natal, ainda nos primeiros tempos da Igreja, embora não sejam confiáveis os relatos sobre sua morte. Hoje, tanto Catânia quanto Palermo, cidades da Sicília, reivindicam a hora de serem sua cidade natal, embora tenha-se a certeza de que o martírio ocorreu em Catânia.

Segundo a “Legenda Áurea”, Águeda dedicou sua virgindade a Deus quanto tinha 15 anos, resistindo a todas as investidas de pretendentes e tornando-se vítima de Quinciano, um romano de nascimento humilde que galgou postos através do exército do Império e procurou enriquecer.

Quinciano exigia que Águeda fizesse sacrifícios aos ídolos romanos e, como não aceitasse, entregou-a a Afrodísia, uma mulher que administrava um bordel. Nesse local, Águeda sofreu as piores investidas, sempre mantendo-se pura.

Depois de um tempo, Afrodísia entrou em contato com Quinciano, devolvendo a jovem, e Quinciano novamente buscou todos os meios para convencê-la a fazer sacrifícios para os ídolos. Não conseguindo seus intentos, ordenou que fosse espancada e levada para a prisão.

Em nova tentativa infrutífera, ordenou que fosse esticada numa cremalheira, um aparelho com barras e ganchos de ferro nas laterais, onde a vítima era queimada com tochas. A história conta que Quinciano mandou cortar seus seios e a jogassem novamente na prisão, deixando-a sem comida ou auxílio médico, mas a virgem recebeu a visita do espírito de São Pedro, que curou seus ferimentos.

Dias depois, Quinciano a obrigou a se enrolar nua em brasas misturadas com cacos de tigelas quebradas, mas a tortura foi interrompida por um terremoto que destruiu diversos edifícios, matando Silvano e Fastião, conselheiros e amigos de Quinciano. Com receio da população, que já conhecia a resistência de Águeda, mandou-a novamente para a cela.

Depois de sua morte, seu corpo foi recolhido e sepultado pelos cristãos, sendo colocado na Catedral de Catânia. No século XI descobriu-se que seu corpo ainda estava incorrupto.

Muitos milagres foram atribuídos a Santa Águeda, havendo inúmeras igrejas a ela dedicadas. Águeda está entre as sete mulheres que são celebradas no Cânone da Missa, junto com a Virgem Maria.

Uma de suas imagens, ainda da antiguidade, mostra Águeda com os seios sobre uma bandeja. Na Idade Média, os seios foram confundidos com pães, o que deu origem a uma cerimônia onde os pães são levados ao altar numa bandeja. Ainda hoje, no sul da Alemanha e na Áustria, os fiéis fazem pães em forma de pequenos seios, que são abençoados em sua festa e entregues aos fiéis, principalmente as mulheres, para a cura de doenças da mama, febre e queimaduras, além de serem fornecidos às vacas para garantir o fluxo de leite. As migalhas são espalhadas pelo chão das residências com o objetivo de prevenir incêndios.

Entre 3 e 5 de fevereiro é celebrado um festival em Catânia, ocasião em que os fiéis carregam carruagens contendo as relíquias da mártir em procissão. Na Espanha, em Zamarramala, as mulheres assumem o papel de mestres da cidade e, em La Rioja, Navarra e no País Basco, corais compostos de crianças e adultos reúnem-se nas ruas para celebrar a santa, enquanto nas pequenas vilas, os nativos se vestem com roupas típicas, dançando e festejando enquanto recebem comidas ou dinheiro para preparar um banquete compartilhado.




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